sábado, 25 de julho de 2009

MANDAMENTO DA DEUSA



- Gaia Goddess -


Eu, que sou a beleza do verde sobre a Terra, da Lua branca entre as estrelas, do mistérios das águas e do desejo do coração dos homens, falo à tua alma: desperta e vem a mim, pois, sou Eu a alma da própria natureza, que dá a vida ao universo.

De mim nasceram todas as coisas e a mim, tudo retorna.

Ante meu rosto, venerado pelos Deuses e pelos homens, deixa tua essência se fundir em êxtase ao infinito.

Para me servires, abra teu coração à alegria, pois, vê: todo ato de amor e prazer é um ritual para mim.

Cultive em tua alma a beleza e a força, o poder e a compreensão, a honra e a humildade, a alegria e o respeito.

E a ti, que buscas me conhecer, eu digo: tua busca e teu anseio de nada te servirão sem o conhecimento do mistério de que se aquilo o que procuras não encontrares dentro de ti mesmo, jamais o encontrarás fora de ti.

Pois, vê, sempre estive contigo - desde o começo - e sou aquilo que se alcança além do desejo.




Compilado por Doreen Valiente - do Anuário da Grande Mãe- Mirella Faur.

Imagem:
sts2016fall08.blogspot.com/2007/12/prevention...



5 comentários:

Nilson Barcelli disse...

"Cultive em tua alma a beleza e a força, o poder e a compreensão, a honra e a humildade, a alegria e o respeito."
Gostei do texto e desta frase.
Um beijo, querida amiga.

Meu Perfil disse...

Que palavras felizes para se ouvir e ler, obrigada,
Tereza

Aparecida disse...

Oi Adélia. Lindo convite para voltarmos à natureza!Buscamos sempre a alma da natureza, mas ironicamente seguimos em frente de olhos fechados, com a mente impermeável, abafando os medos, inseguranças e então nos chocamos contra cortinas de fatos entrelaçados em negações. Será que, com o desgaste emocional, o cansaço e o stress se abrirá uma brecha na armadura "deste homem de lata que somos" e que busca apenas um coração...o próprio destino...? Será que só assim cairemos de joelhos porque uma pontada de dor percorre nosso corpo, fazendo-nos arquejar de surpresa, de dor, de mágoa e com essa dor que se alastra queimando-nos por dentro, nos fará reagir ao que não queremos ver e não queremos sentir, que é essa sensação de impotência quando toda a nossa força é sugada por um abismo que se abriu no lugar do coração, porque se abrirmos os olhos ficaremos cegos com a aspereza da realidade.Beijo carinhoso.

Jeanne disse...

Adélia, como sempre, todos os textos profundos nos lembram de procurar em nosso interior as respostas, só no silêncio da alma repercutem as verdades eternas...
Beijos

O Profeta disse...

O desejo mora no limite da razão
Há tanto de intemporal em ti
Solta a palavra em lábios inquietos
As cores do teu “eu” penso que não vi

Imaginei-as mil vezes
Ouro de lei, a limpidez dos diamantes
O pensamento é cavalo errante
Feito na viagem de breves instantes


Boa semana



Doce beijo