quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

"Em Busca da Espiritualidade"



"Quando uma alma viaja pelo caminho rumo à perfeição neste plano físico, ela encontra colinas e vales de situações e circunstâncias que põem à prova sua força. As provas de autodomínio do mundo físico nem sempre são fáceis. Muitas vezes preferiríamos desistir a suportar a dor. Mas, se pudermos manter sempre em mente que o que nos aguarda ao final da jornada compensa todos os passos angustiantes e árduos que tivermos que dar, seguiremos adiante com alegria. Precisamos saber que nunca estamos sós; há sempre seres queridos e guias iluminados prontos a nos orientar com seu apoio e força.


Embora sejam incontáveis os desafios a que uma alma tem que se submeter na Terra, as lições do coração são provavelmente o maior deles. Elas tocam a essência do ser com a ternura do amor e a amargura da dor.

(...)

Muitas pessoas ... com o coração pesado, buscando uma oportunidade de contactar seus entes queridos mais uma vez, para apaziguar suas emoções. Muitas compreendem que precisam lidar com estes sentimentos mal resolvidos para avançar em seu crescimento físico, mental, emocional e espiritual. Isto também é verdade para aqueles que se encontram do outro lado do véu".




Autoria: James Van Praagh
Livro: Em Busca da Espiritualidade

Imagem:
www.berkshirehumanists.org.uk/?p=1586


7 comentários:

Maria José disse...

Minha querida amiga Adélia. Este texto espelha o que sinto dentro do meu coração. A morte não existe. Tudo o que passamos aqui é sentido pelos que foram e nos amam. É nossa obrigação procurarmos ser felizes para darmos tranquilidade aos nossos queridos que partiram para a Pátria Espiritual. A vida é um caminho de duas mãos. Obrigada SEMPRE por sua amizade e por seus belos comentários deixados no Arca, que sabe, adoro-os. Beijos e fique com Deus.

Denise disse...

A morte assombra os vivos...que aqui estão de passagem. Incoerência que retrata o desconhecimento ou a falta de informação e fé, como se possa entender...

O texto é uma amostra da consciência de que "precisamos saber que nunca estamos sós", e talvez entender que essa caminhada evolutiva pede o desapego para que as amarras libertem-nos daqueles que partem antes de nós. Os ciclos se completam e se fecham. O que permanece aberta é a busca pelo crescer...

Adoro tuas escolhas, amiga. Impossível não parar para pensar...
Beijos com saudade!

Jorge disse...

Lia, Anjo Amiga

Verdade, fugimos da dor como se ele fosse um fantasma. Se ele aparece é porque algo não está certo e precisamos ponderá-lo. A vida é feita como onda nos seus altos e baixos, dependendo de cada um de nós estreitar a frequencia da onda nos aproximando de uma linha reta da perfeição.

Anjo, obrigado pelo seu comentário carinhoso no meu cantinho.
Obrigado também pela sua amizade tão valiosa.

Com amor,
Jorge

Tereza Kawall disse...

Não estamos sós, mesmo sabendo que a caminhada por vezes deve ser solitária, pois a individuação é como nossa impressão digital, única e intransferível.

Mas pode ser compartilhada, e daí surgem os jardins floridos, onde seus pefumes sinalizam novidades, animo renovado, boas risadas; cada flor é como um amigo que carrega um pedaço
de nossa alma, nossa história.
SOMOS esse jardim
com cheirinhos de jasmin!
um beijo carinhoso
Tereza

Aparecida disse...

Hoje não resisti e preciso comentar...O texto é maravilhoso."Quando uma alma viaja pelo caminho rumo à perfeição..."e a dor desses sentimentos mal resolvidos afloram é que precisamos (eu preciso)de um par de asas e um silêncio autêntico que nos permita descansar e cair no oceano de nós mesmos e fluir em cada vôo em todos os céus. Ser mais índio de alegria sã, dançar na chuva e liberar o espírito xamâ que permeia e cura todas as dores. Beijo.

Jeanne disse...

É verdade, do outro lado da vida, os problemas continuam, portanto, melhor preparar-se, como diz uma mensagem espirita, a vida não dá saltos e o processo de crescimento é continuo, aqui e lá...
Beijos

ONG ALERTA disse...

As pessoas não foram preparadas para lidar com a morte, este é o maior medo dos er humano, mas com o tempo ele vai entender que é apensa uma mudança.
precisamos aprender a sentir mais nosso coração, ele é sábio, paz.