
"O vínculo com nossa própria intuição propicia uma confiante dependência que resiste a tudo.
A intuição tem garras que abrem as coisas e as sujeitam;
ela tem olhos que enxergam através dos escudos da persona;
ela tem ouvidos que ouvem sons fora da capacidade de audição do ser humano.
Com alimentar a intuição para que ela seja bem nutrida e responda aos nossos pedidos de que esquadrinhe as cercanias? Nós a alimentamos de vida -
ela se alimenta de vida quando nós prestamos atenção a ela.
DE QUE VALE UMA VOZ SEM UM OUVIDO QUE A RECEBA?
Nós fortalecemos nosso laços com a vida intuitiva quando prestamos atenção à voz interior a cada curva da estrada; 'Devo ir para esse lado ou para o outro? Devo ficar ou partir? Devo resisitir ou ser flexível? Devo fugir ou correr na sua direção?'
Não há benção maior que uma mãe possa dar a filha do que uma confiança na veracidade da sua própria intuição. É transmitida de pai para filho, definida como a verdadeira fala da alma."
Autoria: Clarissa Pinkola Estés -
Livro: "Mulheres que correm com os lobos"
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